Bem-vindo ao único blog anti-livros, pró-TV, pró-redes sociais, pró-Tinder, pró-celular e pró-videogames 100% verdade da internet mundial!
A verdade que ninguém conta sobre a televisão, redes sociais como o Facebook e o Instagram e aplicativos de relacionamento como o Tinder contados neste blog inédito!
Este blog nasce de uma insatisfação real: a sensação de que existe um discurso dominante na internet que trata livros como virtude moral e telas como vilãs absolutas. Aqui, a proposta não é repetir esse roteiro nem fingir neutralidade. É questionar dogmas, expor contradições e falar de experiências que não cabem nas narrativas mais populares.
Não se trata de convencer todo mundo, nem de declarar guerra a quem gosta de ler livros ou fazer “detox digital”. A ideia é simples: mostrar que a relação das pessoas com TV, redes sociais, videogames, celular e aplicativos de relacionamento é muito mais diversa do que os textos alarmistas costumam admitir.
Livros, telas e o mito da superioridade moral
Existe uma crença quase automática de que ler livros é sempre melhor, mais saudável e mais inteligente do que passar tempo em frente a uma tela. Essa crença raramente é questionada. Quando alguém diz que prefere TV, redes sociais ou até o Tinder, logo aparece o rótulo de preguiça, alienação ou vício.
Mas a vida real não funciona em preto e branco. Há pessoas que se sentem mais relaxadas vendo uma série, conversando no Instagram ou jogando videogame do que tentando manter uma rotina de leitura que nunca fez sentido para elas. Ignorar isso é ignorar a experiência concreta de muita gente.
O discurso do “abandone as redes” e suas contradições
Boa parte do conteúdo que defende abandonar redes sociais parte de relatos pessoais — e não há nada de errado nisso. O problema começa quando essas experiências individuais são vendidas como verdade universal.
No site manualdousuario.net, por exemplo, há comentários e textos que ilustram bem esse tipo de discurso. Um deles diz:
"Seu texto vai muito ao encontro do que penso. Também exclui minha conta há alguns anos (quatro, eu acho, mas sinceramente não tenho certeza) e não sinto a menor falta. O único inconveniente é estar de fora dessa vitrine quando tento acessar alguma informação comercial útil; e sempre a minha resposta a esse inconveniente é desistir da informação, simples assim. E a vida segue, sem muito prejuízo, posso garantir. Realmente me assusta o fato de que as pessoas parecem precisar de coragem pra largar a rede, e ver que a vida fora dela é melhor. Não importa a desculpa que elas (inconscientemente ou não) usem para manter suas contas, simplesmente não compensa todo o mal que ela traz aos indivíduos e ao mundo de uma maneira geral."
Esse tipo de relato é válido como vivência pessoal. O problema é a generalização: assumir que, se funcionou para uma pessoa, deve funcionar para todas — e que quem escolhe ficar nas redes está apenas se enganando.
Outro comentário famoso alerta:
"Não acabou voltando a usá-la todos os dias? Cuidado!"
Esse “cuidado” automático revela muito. Usar uma rede social todos os dias, por si só, não é sinônimo de problema. Para algumas pessoas, o uso diário é justamente o que mantém vínculos, reduz sensação de isolamento e traz prazer legítimo.
Quando a notícia parece boa demais para ser verdade
Há também textos que citam pesquisas de forma pouco clara, como neste trecho bastante compartilhado:
"Suspensão do X melhorou saúde mental de 1 em cada 3 usuários brasileiros, aponta pesquisa revistaforum.com.br
Por outro lado, a pesquisa também mostrou uma realidade curiosa: apesar de sentirem uma melhora na saúde mental, 76% afirmaram que voltariam a usar a rede social caso a suspensão seja revertida. Já 15% declararam que não voltam.
Lembrei daquele meme ‘ela deu 8 facadas no senhor e o senhor voltou com ela?’
A notícia não tem um link para a pesquisa e não consegui encontrar o material no site da Broadminded. Se alguém aí encontrá-la, compartilha com a gente, por favor."
Diante disso, surgem reações perfeitamente razoáveis, como:
"Sem fonte da pesquisa simplesmente parece falso."
"Pois é, por mais que eu queira acreditar, sem a pesquisa é só uma anedota da internet"
Esses questionamentos mostram algo importante: nem toda narrativa anti-redes é sólida. Muitas vezes, o discurso se sustenta mais em memes, analogias exageradas e boa vontade do leitor do que em dados claros.
A experiência de sair das redes não é igual para todos
Outro comentário bastante citado descreve uma experiência de afastamento:
"Esse bloqueio veio numa boa hora. Posso dizer que desde o bloqueio definitivo, estou num processo de desintoxicação de redes sociais – aproveitei para fechar contas noutras redes e até sair de uns grupos do WhatsApp. A minha ideia era recuperar as horas de tela para ler livros e melhorar a qualidade da comunicação interpessoal, romper a rotina criada na dinâmica dos grupos que toda conversa fica diluída.
Além das amizades feridas pela saída dos grupos, também houve um aumento da sensação de FOMO. Porém após alguns dias a mente ansiosa foi se acalmando e as conversas, agora individualizadas, ganharam mais peso. A ideia é me manter assim por mais algumas semanas e ver os resultados."
Esse relato mostra ganhos e perdas — amizades feridas, FOMO, mudanças na dinâmica social. Ainda assim, ele costuma ser apresentado como prova de que sair das redes é, no fim das contas, a melhor escolha. Mas isso não é uma conclusão obrigatória. Para muita gente, sair de grupos, reduzir interações e trocar telas por livros não traz alívio algum, mas mais ansiedade e isolamento.
O ponto central deste blog
Este blog não existe para negar experiências alheias nem para impor um novo manual de vida correta. Ele existe para dizer algo simples: gostar de TV, redes sociais, celular, videogames e aplicativos de relacionamento não faz de ninguém inferior, doente ou enganado.
Há pessoas que funcionam melhor com telas do que com livros. Há pessoas que encontram conexão no Tinder, leveza no Instagram e descanso real assistindo televisão. Tratar isso como erro ou fraqueza é uma forma pobre de enxergar a diversidade humana.
Aqui, a proposta é questionar certezas fáceis, desconfiar de discursos morais disfarçados de ciência e abrir espaço para quem não se reconhece na cultura do “abandone tudo e vá ler um livro”.
Se isso incomoda, tudo bem. Este blog não pretende agradar a todos — apenas existir como contraponto.
Concordo com a sua publicação! parei de ler livros há décadas! os livros e a literatura estão emburrecendo as pessoas! não o contrário! e a ciência também está emburrecendo as pessoas com a suas falsas evidências que sustentam de uma maneira mentirosa que ler um livro faz bem para o cérebro! eu não acredito nessas pesquisas científicas como se fossem verdades! muito pelo contrário! e estimulo as outras pessoas a fazerem o mesmo!
ResponderExcluirtambém concordo com você! não leio livros desde 1990 e não sinto a menor falta! e isso melhorou muito a minha saúde mental! eu sou uma pessoa bem ativa nas redes sociais e aplicativos de relacionamento! e isso está ajudando MUITO a minha saúde mental! e assim como você, eu também sou cético à essas pesquisas cientificas que mostram que ler um livro faz bem e que usar redes sociais e aplicativos de relacionamento faz mal, que na verdade só transmitem evidências que são pura desinformação!
Excluireu também penso igual a você! não leio livros desde 1989 e não sinto a menor falta dos livros! sou bem ativo nas redes sociais e nos aplicativos de relacionamento e isso melhorou e muito a minha saúde mental! eu acho muito danoso e enganoso o que a ciência mostra e comprovou sobre as redes sociais, aplicativos de relacionamento e livros! eu não acredito que os livros fazem bem para o cérebro! muito pelo contrário! eu acredito que os livros na verdade fazem mal para o cérebro! e eu estou correto com essa afirmação! as únicas coisas que fazem bem para o cérebro e que as evidências cientificas que mostram o contrário (que no caso seriam os malefícios) foram, na verdade foi um erro, e justamente o uso das redes sociais, dos aplicativos de relacionamento e assistir televisão! simples assim! eu sou muito cético a essas pesquisas mesmo elas sendo robustas! pois essas pesquisas científicas são uma mentira e a robustez dessas pesquisas foram na verdade fraudadas! essa é a minha opinião que está correto e que as pessoas deveriam acreditar como fatos! pois a minha opinião neste comentário é fato! e não um mito! ok?
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